O final do ano aproxima-se. Foram dias a fio de agitação (quase) que permanente. Vem aí a altura de nos balançarmos sobre o ano que passa e abrirmos portas e janelas ao novo que se avizinha.
É a hora de balanços, de escolhas, de juízos. Este ano não foi tão mau quanto parecia á primeira vista. No entanto não pactuo com aqueles que nos dizem que estamos a crescer e no bom caminho. Não pactuo com contratos quebrados a meio. Se hoje tivesse 70 anos sentir-me-ia violado dos meus direitos. Mas não tenho. Não deixo por isso de reclamar, embora as minhas soluções para os problemas possam ser diferentes das dos demais.
Estamos revoltados com o estado de coisas, mas demoramos muito a fazer diferente, demoramos tempos sem fim a dizer que não.
Ontem li no DN um artigo do Pedro Marques Lopes sobre um tal" Maçães" que anda por aí a esfregar-se ao impe´rio alemão. Dá-,e a sensação que nem os alemães querem isto. Isto apenas revela o fracasso dos ideais e dos estúpidos argumentos de ir além da Troika.
O ano que vem será melhor. Para todos. Sem a Troika e sem alguns energúmenos que por aí se passeiam.

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